O Deputado criticou o Partido dos Trabalhadores (PT) e os seus Governos na Bahia, sustentando que a legenda prejudica a população de baixa renda que afirma representar. Ademais, condenou a gestão do Governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, pelos baixos indicadores de educação, saúde, segurança pública, infraestrutura rodoviária, emprego e feminicídio no Estado. Sustentou que os pobres são os principais prejudicados pela precariedade dos serviços públicos e recriminou as declarações do Governador ofensivas aos eleitores do ex-Presidente Bolsonaro. Além disso, denunciou a inadimplência da gestão estadual no pagamento de artistas contratados para eventos públicos. Por fim, reprovou os ex-Governadores Rui Costa e Jaques Wagner.
Marcelo Nilo
Nome civil: JOSÉ MARCELO DO NASCIMENTO NILO
Posições em Rankings da Câmara
Desempenho relativo do parlamentar em escala nacional e estadual
Clique nos cartões para auditar as notas fiscais e relatórios.
Esta aba é reservada para que o parlamentar ou sua assessoria oficial registre um lema, compromisso público ou frase personalizada de apresentação aos cidadãos.
“Aguardando frase ou declaração personalizada do parlamentar...”
Canal aberto para pronunciamento institucional e interação direta com a plataforma.Cota parlamentar para exercício do mandato em Brasília e no estado.
Gastos Mensais (CEAP)
Mede a média de gastos mensais na Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (CEAP) comparada aos 513 deputados em efetivo exercício do mandato.
Soma de despesas reembolsadas pelo gabinete dividida pelo total de meses em exercício. Base: 8 meses avaliados.
Média Mensal = Despesas Totais Acumuladas ÷ Meses Ativos
Amostragem (8 meses em atividade): Média apurada dividindo os reembolsos da Cota Parlamentar (CEAP) pelos meses de exercício no mandato.
• Total Acumulado: R$ 338.594,27 reembolsados no período avaliado.
• Comparativo Nacional: Média dos 513 deputados é de R$ 92.613,51/mês.
A cota mensal varia por estado para cobrir custos de passagens aéreas e deslocamento até Brasília.
total acumulado: R$ 338.594,27
Classificação estatística baseada no Z-Score (-0.89σ) em relação à média da Câmara (R$ 92.613,51/mês). Faixas: Acima da Média (> +0,5σ), Na Média (±0,5σ) e Abaixo da Média (< -0,5σ).
Comprovantes fiscais e notas de ressarcimento publicados pelo portal de transparência da Câmara.
Acessar base pública oficialCálculo estatístico paramétrico confrontando a média individual contra os 513 parlamentares.
Preview do Ranking Nacional de Gastos
Contexto imediato entre os 513 deputados federais
Rebeldia Partidária
Mede a taxa de independência calculando a proporção de vezes em que o voto do deputado contrariou a orientação formal emitida pela liderança do seu partido ou bloco partidário.
Total de votos contrários ao partido dividido pelo total de votações nominais com orientação formal emitida. Base: 0 votações orientadas de 69 registradas.
Rebeldia = (Votos Contrários ao Partido ÷ Votos Orientados) × 100
Amostragem com Orientação (0 votações): Durante o mandato auditado, a bancada do partido emitiu recomendação formal expressa de voto em 0 deliberações nominais.
• Divergências (0 votos): O parlamentar contrariou a recomendação em 0 matérias (0.0% de taxa de divergência), acompanhando a bancada em 0 ocasiões (100.0% de fidelidade).
• Bancada Liberada (69 deliberações): Nas outras deliberações do mandato, a bancada liberou o voto (sem orientação oficial), não pontuando no cálculo por ausência de comando formal.
0 votos divergentes em 0 votações orientadas pela bancada (100.0% de fidelidade)
Classificação baseada nas deliberações oficiais da Câmara. Fidelidade de 100.0% com a bancada partidária.
Registros nominais auditáveis das deliberações do plenário Ulysses Guimarães.
Acessar base pública oficialProcessamento analítico agregando votos nominais e orientações de bancadas e blocos partidários.
Preview do Ranking Nacional de Rebeldia
Contexto imediato entre os 513 deputados federais
Pilares Estatísticos da Amostragem
0 votos divergentes da bancada.
0 votos em consonância com o partido.
De 69 votações totais com presença em plenário.
Posição auditada calculada contra as 513 cadeiras da Câmara Federal.
Deliberações Nominais: Voto do Deputado vs. Bancada
Filtre abaixo as matérias em que o parlamentar divergiu da bancada ou votou alinhado à orientação da liderança:
Discursos na Tribuna
Contabiliza o volume total de pronunciamentos oficiais do parlamentar no plenário da Câmara dos Deputados e identifica a distribuição proporcional dos temas abordados em seus discursos.
Extraímos as transcrições oficiais do Departamento de Taquigrafia da Câmara e agrupamos os assuntos por similaridade semântica (embeddings neurais BERTimbau e ponderação c-TF-IDF via BERTopic), associando cada discurso aos seus respectivos eixos temáticos legislativos.
Total de Discursos = Soma de pronunciamentos oficiais registrados em plenário na legislatura
Amostragem de Pronunciamentos (14 discursos): intervenções e falas oficiais registradas em plenário pelo Departamento de Taquigrafia da Câmara dos Deputados.
• Diversidade temática: 14 eixos temáticos identificados.
• Pauta prioritária: Distrito Federal e Gestão Distrital (12 menções).
• Média da Câmara: 21.1 discursos por parlamentar.
Base temporal: 57ª Legislatura (2023-2026).
Proferiu 14 pronunciamentos oficiais em plenário, com foco prioritário em Distrito Federal e Gestão Distrital.
Posição #183 Nacional • 14 discursos registrados (média da Câmara: 21.1 discursos).
Transcrições oficiais, sumários e indexação de discursos em plenário disponibilizados pela Câmara dos Deputados.
Acessar base pública oficialPreview do Ranking Nacional de Discursos
Comparativo imediato de pronunciamentos entre os deputados federais
Pauta Prioritária na Tribuna
Assunto de maior recorrência nos pronunciamentos oficiais do parlamentar
Distrito Federal e Gestão Distrital
Temas Abordados nos Discursos
Distribuição proporcional dos eixos temáticos identificados nos pronunciamentos em plenário.
Últimos Pronunciamentos em Plenário
O Deputado criticou os índices de violência na Bahia, assinalando que 10 das 20 cidades mais violentas do País estão no Estado, e responsabilizou o PT pela situação de insegurança pública. Apontou a precariedade das delegacias, como a de Urandi (BA), em contraste com o armamento disponível ao crime organizado. Além disso, classificou o Governador Jerônimo Rodrigues como o pior da história e defendeu ACM Neto e o Senador Flávio Bolsonaro como alternativas para a recuperação da Bahia e do País.
O Deputado afirmou que a Bahia teria registros de irregularidades em compras de respiradores realizadas durante a gestão do ex-Governador Rui Costa, citando pagamento antecipado de cerca de R$ 48,7 milhões sem entrega dos equipamentos. Mencionou apurações do Ministério Público Federal e envio de casos ao Supremo Tribunal Federal, além de suspeitas de desvios de recursos públicos. Relatou ainda alegações sobre evolução patrimonial e investimentos pessoais do ex-gestor. Também criticou medidas administrativas e programas de crédito consignado associados a políticas estaduais. Ao final, registrou críticas ao Partido dos Trabalhadores e defendeu mudanças no cenário político da Bahia e do País.
O Deputado associou o Grupo Master a contratos firmados durante a gestão do ex-Governador Rui Costa na Bahia e citou denúncias envolvendo o programa Credcesta e a compra de respiradores durante a pandemia. Em seguida, mencionou investigação sobre pagamento antecipado de R$48,7 milhões para aquisição de respiradores sem licitação e sem entrega dos equipamentos. Além disso, citou manifestação do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, sobre supostos indícios relacionados ao caso. Por fim, relacionou o episódio a prejuízos à população baiana durante a crise sanitária e cobrou responsabilização judicial dos envolvidos.
O Deputado afirmou que a Bahia clama por mudança, criticando o Governador Jerônimo Rodrigues e o Presidente Lula. Apontou que o Programa de Governo Participativo (PGP), realizado em Feira de Santana (BA), gerou gastos elevados, enquanto autoridades dançavam em evento público, em contraste com as carências da população em saúde, segurança e emprego. Além disso, destacou pesquisas que indicam reprovação do Governador e mencionou a recepção favorável a Flávio Bolsonaro na Marcha dos Prefeitos, em oposição à ausência do Presidente Lula.
O Deputado criticou o Governo federal e fez referências a supostos gastos da primeira-dama Rosângela da Silva em viagens oficiais, comparando valores com a gestão anterior de Michelle Bolsonaro. Mencionou também casos políticos e denúncias envolvendo governos anteriores, como o mensalão e o petrolão, além de citar temas relacionados à Previdência. Afirmou que havia questionamentos sobre deslocamentos internacionais realizados com uso de aeronaves oficiais e solicitou informações sobre despesas da Primeira-Dama no período citado. Também criticou o Governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e defendeu a divulgação de dados sobre gastos públicos relacionados às atividades da Primeira-Dama.
O Deputado criticou a gestão do Governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, ao apontar problemas nas áreas de saúde, educação, segurança pública e emprego. Em seguida, mencionou declarações atribuídas ao Governador sobre eleitores de Jair Bolsonaro e sobre a situação do Hospital Geral Clériston Andrade, em Feira de Santana (BA), afirmando que pacientes deveriam permanecer em corredores diante da superlotação da unidade. Também afirmou que a administração estadual apresentou baixos indicadores em serviços públicos e acusou o Governo de falta de sensibilidade diante da população.
O Deputado criticou declarações atribuídas ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao Ministro Rui Costa e ao Governador Jerônimo Rodrigues sobre segurança pública e tráfico de drogas na Bahia. Afirmou que o Estado enfrentou avanço da criminalidade, com impacto sobre Salvador e outras regiões, e contestou avaliações positivas da gestão estadual na área. Além disso, responsabilizou governos petistas pela condução das políticas de segurança e questionou posicionamentos que trataram o tema de forma inadequada diante do cenário de violência. Também manifestou preocupação com o crescimento da influência do narcotráfico e defendeu mudança na condução das ações de enfrentamento à criminalidade no Estado.
O Deputado comentou pesquisas recentes divulgadas na Bahia e afirmou que os levantamentos indicaram crescimento da reprovação ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Estado. Associou esse cenário à circulação de informações nas redes sociais e criticou a condução política do Governo federal, mencionando episódios ligados a denúncias de corrupção e questionando a relação do Presidente com o eleitorado baiano. Encerrou, manifestando apoio aos nomes de Flávio Bolsonaro para a Presidência da República e ACM Neto para o Governo da Bahia.
O Deputado afirmou que o Governo Lula enfrentava problemas de gestão e citou a situação dos Correios e Telégrafos, apontando aumento do déficit da estatal de R$ 2,4 bilhões em 2024 para R$ 8,5 bilhões em 2025. Relatou reunião com funcionários da empresa e registrou preocupação com a crise financeira. Mencionou a contratação de empréstimo de R$ 12 bilhões e afirmou que a estatal permaneceu deficitária. Citou pesquisa de opinião na Bahia sobre a avaliação do Presidente e criticou o Governo federal. Também mencionou gestões estaduais e episódios políticos envolvendo membros do Governo.
O Deputado criticou os Governos do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao associá-los a escândalos como mensalão e petrolão, além de citar denúncias envolvendo o filho e o irmão do Presidente. Em seguida, mencionou pesquisa Quaest para afirmar perda de apoio popular e fez críticas à política econômica e assistencialista do Governo Federal. Também criticou o Governador Jerônimo Rodrigues, da Bahia, e citou o ex-Governador Rui Costa em acusações relacionadas à compra de respiradores. Além disso, questionou gastos excessivos da Primeira-Dama Janja e sua participação em agendas oficiais. Ademais, cobrou promessas não cumpridas pelo Presidente Lula na Bahia, como Porto Sul, FIOL e BR-101. Concluiu declarando seu apoio a Flávio Bolsonaro e ACM Neto para Presidente da Republica e Governador da Bahia, respectivamente.
O Deputado criticou o Governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, do Partido dos Trabalhadores (PT), destacando que o Estado apresenta desempenho negativo em indicadores de saúde, educação, segurança pública, entre outros. Sustentou que a educação é a segunda pior do País, contrastando esse resultado com o legado de Rui Barbosa, Castro Alves, Octávio Mangabeira e Anísio Teixeira. Relatou ainda superlotação no Hospital Geral Clériston Andrade, em Feira de Santana (BA), e responsabilizou o Governador pela orientação de manter os pacientes nos corredores, o que classificou como “regulação da morte”. Apontou também baixo desempenho em geração de emprego, liderança nacional em mortes violentas, com 6.453 registros em 2024, e terceira posição em feminicídios. Além disso, afirmou que 46% da população vive abaixo da linha da pobreza. Ao final, questionou a ausência de obras estruturantes e recriminou o Presidente Lula pela paralisação de projetos como a Ferrovia Leste-Oeste, o Porto Sul de Ilhéus (BA) e pelo aumento do preço do diesel.
O Deputado criticou irregularidades na compra de respiradores durante a pandemia na Bahia, citando o ex-Governador e ex-Ministro da Casa Civil Rui Costa. Em seguida, afirmou que houve pagamento antecipado sem garantias e ausência de entrega dos equipamentos, mencionando investigações da Polícia Federal sobre desvio de recursos. Ressaltou denúncias envolvendo autoridades e apurações conduzidas por órgãos de controle. Também questionou a evolução patrimonial de Rui Costa e defendeu medidas como quebra de sigilo para esclarecimento dos fatos. Por fim, afirmou que a responsabilização seria necessária para preservar a credibilidade das instituições.
O Deputado declarou satisfação ao retornar ao Plenário após três anos e afirmou compromisso com a defesa da Bahia e do País. Agradeceu ao Deputado Alex Santana, ao Republicanos, a Márcio Marinho, a Bruno Reis e a ACM Neto pelo apoio político que possibilitou a retomada do mandato. Ademais, recordou trajetória de 32 anos na vida pública, assinalou a importância das relações construídas e homenageou Jorge Araújo pela posse. Por fim, agradeceu ao Presidente Charles Fernandes pela condução e longa amizade.
- PL
- — Projeto de Lei: cria ou altera uma lei comum.
- PLP
- — Projeto de Lei Complementar: regulamenta pontos da Constituição; exige maioria absoluta (257 votos).
- PEC
- — Proposta de Emenda à Constituição: muda a Constituição; exige 3/5 (308 votos) em dois turnos.
- PDL
- — Projeto de Decreto Legislativo: decide temas exclusivos do Congresso, como sustar atos do Executivo.
- PRC
- — Projeto de Resolução: trata de assuntos internos da Câmara, como o Regimento.
- REQ
- — Requerimento: pedido formal, como audiência pública, urgência ou convite a autoridades.
- RIC
- — Requerimento de Informação: pergunta oficial a um ministro, que é obrigado a responder.
- INC
- — Indicação: sugestão a outro Poder para que tome alguma medida.
- EMC / EMP
- — Emendas: propostas de alteração a um projeto já em tramitação.
Quantidade não mede qualidade: um único PL aprovado pode ter mais impacto que dezenas de requerimentos.
Proposições de Autoria do Parlamentar
Selecione o tipo de matéria para filtrar os rankings comparativos, estatísticas e matérias em tramitação:
Preview do Ranking de Proposições de Autoria
Contexto imediato entre os 513 deputados federais
Altera o art. 198 da Constituição Federal para estabelecer o Sistema de Proteção Social e Valorização dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, a aposentadoria especial e exclusiva, e fixar a responsabilidade do gestor local do SUS pela regularidade do vínculo empregatício desses profissionais.
Dispõe sobre incentivos de crédito para mulheres do campo que exerçam atividade microempreendedora, e dá outras providências.
Taxa de Sucesso em Plenário
Mede o alinhamento com a maioria do plenário: proporção de votações nominais em que o parlamentar votou no lado vencedor da deliberação.
Total de vitórias (65) dividido pelo total de votações direcionais registradas (69).
Taxa de Sucesso = (Vitórias no Plenário ÷ Votações Direcionais) × 100
Amostragem (69 votações): Contam apenas os votos Sim ou Não do parlamentar em votações nominais do plenário com resultado registrado.
• Vitórias (65): votou Sim em matéria aprovada ou Não em matéria rejeitada.
• Derrotas (4): votou no lado que perdeu a deliberação.
• Fora do cálculo (0): abstenções, obstruções e votos do presidente da sessão (Art. 17) não indicam lado e por isso não pontuam.
Votar com a maioria não é bom nem ruim por si só: parlamentares de oposição tendem a ter taxas menores.
65 vitórias e 4 derrotas em 69 votações nominais
Classificação baseada em alinhamento com a maioria do plenário. O parlamentar votou com os vencedores em 94.2% das deliberações.
Dados brutos de deliberações e votações nominais em plenário consumidos diretamente da API oficial da Câmara.
Acessar base pública oficialPreview do Ranking Nacional de Sucesso em Plenário
Contexto imediato entre os 513 deputados federais
Top 3 Votações com Maior Isolamento no Plenário
Deliberações nominais em que a posição individual do parlamentar registrou menor convergência com a ampla maioria.
Votações no Plenário da Câmara dos Deputados
Filtre abaixo as matérias em que o parlamentar votou no lado vencedor (vitórias) ou no lado vencido (derrotas):
Alinhamento com o Governo
Mede o grau de alinhamento com o Poder Executivo, calculando a proporção de vezes em que o parlamentar votou a favor da orientação formal emitida pela liderança do Governo.
Total de votos a favor do governo (37) dividido pelo total de votações com orientação do Governo (51). Base: 51 orientações de 69 presenças.
Governismo = (Votos a Favor do Governo ÷ Votações com Orientação do Governo) × 100
Amostragem com Orientação do Governo (51 votações): deliberações nominais em que a liderança do Governo Federal orientou voto expresso.
• A favor (37): votos que seguiram a orientação do Governo.
• Contra (14): votos contrários à orientação do Governo.
• Sem orientação (18): votações em que o Governo não orientou, fora do cálculo.
Base temporal: 57ª Legislatura (2023-2026).
37 votos a favor e 14 contra em 51 votações orientadas pelo governo
Classificação baseada em alinhamento com a bancada do Governo Federal na Câmara dos Deputados. Concordância de 72.5% nas matérias com orientação oficial.
Dados brutos de votações nominais e orientações oficiais da liderança do Governo consumidos diretamente da API oficial da Câmara.
Acessar base pública oficialPreview do Ranking Nacional de Governismo
Contexto imediato entre os 513 deputados federais
Pilares Estatísticos de Alinhamento com o Executivo
37 votos alinhados à liderança do governo.
14 votos divergentes da bancada governista.
De 69 votações totais com presença.
Deliberações Nominais: Voto do Deputado vs. Governo Federal
Filtre abaixo as matérias em que o parlamentar votou a favor ou contra a orientação formal da liderança do governo: